Liderança

A partir de hoje vamos começar a postar o perfil de nossos colaboradores, apresentando nossa equipe.

Vamos iniciar pelo nosso líder, nosso coordenador, que é o Paulo Sérgio Buhrer, ele é contador, perito judicial, consultor empresarial, escrito e palestrante.

Ele está a frente do Guará Contabilidade Consultoria há mais de seis anos, nos orientando, e formando uma equipe cada vez mais homogênea, e capacitada, para os desafios, que são sempre maiores, conforme nosso preparo.

Através do site do Professor Paulo Sergio, pessoas do mundo todo conhecem seu trabalho de consultor, escritor e palestrante, acesse você também e veja fotos e vídeos de suas palestras e treinamentos; leia artigos e colunas sobre vários assuntos; conheça seu currículo mais completo, e até pode adquirir suas obras. www.professorpaulosergio.com.br

Segue um dos muitos artigos do Professor Paulo Sergio, que está publicado em seu site próprio, e em vários outros que acolhem seu material, muito elogiado sempre.

Titulo: O botão “DESISTIR” De: 07/10/2010

“Não desistimos das metas e objetivos por falta de vontade, mas sim, por hábito de apertarmos o botão “desistir” ao primeiro sinal de dificuldade”. É o que dizem os escritores Steve Chandler e Scott Richardson, no livro “Motivando para o sucesso”.

Os autores defendem que, aos poucos, conforme vamos descobrindo que é possível apertar esse botão. damos início ao hábito de desistir. A ideia é simples. Você começa apertando esse botão em situações bastante perigosas. Mas, com o passar do tempo, começamos a apertá-los em situações de menor dificuldade e, por fim, o apertamos diante de singelos problemas.

Quantos de nós realmente age dessa forma. Começa desistindo de grandes projetos, sonhos, objetivos, pelas intempéries que se apresentam. Rapidamente, damos início à desistência de projetos médios, até que nos consagramos verdadeiros fracassados e desistimos diante de quaisquer dificuldades.

Há muita verdade no que os autores exploram. Penso que existem momentos em que, deveras, devemos desistir, mas, desde que reconheçamos que estamos no caminho incorreto e, logo depois, iniciemos novamente por outro caminho. Logo, a questão não é apertar o botão de desistir, mas sim, o que será feito depois disso.

É comum uma pessoa por volta dos quinze, dezesseis anos desejar ser, por exemplo, médico. Mas, por volta dos vinte, muda de ideia e seu sonho passa a de ser Chef de cozinha. Ela aperta o botão “desistir de ser médico”, porém, logo aperta outro botão, o “buscar ser Chef”.

A questão está, então, em o desejo continuar o de ser médico, mas, pelas dificuldades encontradas, não continuar a busca pela realização desse objetivo. Estanca-se o desejo, o sonho, pelo medo de não conquistar e, infelizmente, em muitos casos, as pessoas já estão certas de que não conseguirão, assassinando seus anseios.

O maior problema não é o estancamento de grandes projetos. De fato, muitos sonhos, objetivos são superestimados e quase que inalcançáveis ou o processo para sua conquista tem um preço alto demais, que não estamos dispostos a pagar. A questão é que, se formos nos acostumando a apertar o botão “desistir” em pequenas situações, onde bastaria apenas um pouco mais de esforço, uma esticadela nos nossos limites, uma saidinha da zona de conforto, tudo parecerá grande demais para ser enfrentado, pois estamos habituando nosso cérebro a entender que não dá para seguir. Com isso, essa mensagem é enviada ao restante do corpo que agirá da maneira como a mensagem foi detectada pelo cérebro.

Quanto menos apertarmos o botão “desistir”, mais nossa mente entenderá que somos capazes de ir além. Rápido e fácil. Mas, não desistir é só o começo, embora, seja um grande começo!

Um abraço e felicidades sempre! Professor Paulo Sérgio Buhrer

Felicidades!

Um comentário para “Liderança”

  1. Cláudio Cortesia disse:

    Caro Paulo o artigo é ótimo, muito positivo e animador. Sempre acreditei na força de vontade, e a base de tudo é a persistencia. De regra que não desiste dos seus objetivos alcança o sucesso e sempre vence. Vencer no meu pensar é ser feliz.

    Cláudio Cortesia

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