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Certificado Digital

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A Certificação Digital é um conjunto de tecnologias e procedimentos que visam garantir a validade de um Certificado Digital, a ICP-BRASIL é a infraestrutura legal brasileira para Certificação Digital, de acordo com a Medida Próvisória 2.200-2/2001 que estabelece e normatiza estas condições. Sendo assim, são considerados legalmente válidos, no âmbito nacional, apenas os certificados emitidos por autoridades certificados credenciadas junto à ICP-Brasil.

Desta forma, o Certificado Digital é a atividade de reconhecimento em meio eletrônico que se caracteriza pelo estabelecimento de uma relação única, exclusiva e intransferível entre uma chave de criptografia e uma pessoa física, jurídica, máquina ou aplicação. Esse reconhecimento é inserido em um Certificado Digital, por uma Autoridade Certificadora.

2. 3. NOVO CONECTIVIDADE SOCIAL ICP BRASIL

Através da Circular Caixa Econômica Federal nº 547, de 20 de Abril de 2011 ficou instituída a certificação digital emitida no modelo ICP-Brasil, por qualquer das Autoridades Certificadoras e suas respectivas Autoridades de Registro, regularmente credenciadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, como forma exclusiva de acesso ao canal eletrônico de relacionamento Conectividade Social.

A certificação digital é a cédula de identidade virtual de uma Pessoa Física ou Jurídica e sua finalidade é garantir a identificação do ente que faz alguma transação em meio eletrônico, como sítios da Internet, sistemas, aplicações e servidores, de forma a conferir segurança e confiabilidade à transação.

O certificado digital ICP pode ser emitido em qualquer Autoridade Certificadora – AC, em qualquer mídia (disquete, token, CD, DVD, Pen Drive, smart card, etc), aumentando-se a segurança e a conveniência do processo. Além disso, o certificado ICP é universal, de forma que pode ser utilizado para acessar o Conectividade Social e qualquer outro sistema, de qualquer outra instituição, que aceite certificação digital, como acesso a contas em bancos pela Internet, transmissão de declaração de impostos, etc.

4. ACESSO AO CONECTIVIDADE SOCIAL

O acesso ao Conectividade Social passa a ser exclusivamente por meio da Internet, inclusive para envio e recebimento de arquivos, no endereço eletrônico https://conectividade.caixa.gov.br ou no sítio da CAIXA, www.caixa.gov.br.

Desta forma, o Conectividade Social passa a ser um canal a ser acessado totalmente, 100% web.

5. FUNCIONALIDADES DO FGTS

Todas as funcionalidades relativas ao FGTS disponíveis no aplicativo cliente do Conectividade Social – CNS – e no ambiente “Conexão Segura” estão contempladas na nova versão do Conectividade Social que utiliza a certificação digital emitida no modelo ICP-Brasil, inclusive o envio de arquivos Sistema Empresa de Recolhi mento do FGTS e Informações à Previdência Social -SEFIP, envio de arquivos Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS- GRRF, envio de arquivos Sistema de Utilização do FGTS em Moradia Própria- SIUMP e outros.

6. PERÍODO DE VIGÊNCIA DO CONECTIVIDADE SOCIAL PADRÃO ANTERIOR

A versão do Conectividade Social que utiliza os certificados digitais em padrão diferente do ICP-Brasil permanecerá disponível até 31 de dezembro de 2011. Portanto a partir de 1º de janeiro de 2012 os usuários do Conectividade Social deverão utilizar exclusivamente as funcionalidades do novo canal, acessível por meio dos endereços: https://conectividade.caixa.gov.br e www.caixa.gov.br.

8. Fundamentação legal: Manual Conectividade Social ICP Brasil; Circular Caixa Econômica Federal nº 547, de 20 de Abril de 2011 – Republicação (DOU de 26.04.2011); Medida Provisória 2.200/2001; demais citados no texto.

ECONET EDITORA EMPRESARIAL LTDA
Autor: Juliana Oliveira Nascimento

Nota fiscal eletrônica

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Boa Tarde!

A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, traz nesta quinta-feira um pequeno artigo sobre a NFe,

é uma leitura interessante para as empresas que emitem a NFe.

As informações constantes na nota fiscal têm de estar 100% corretas. E é no detalhe que mora o perigo.

Dependendo da versão, um documento desse tipo reúne de 200 a 300 campos.

As informações devem corresponder exatamente às armazenadas nos órgãos oficiais.

Uma pequena divergência, mesmo que provocada por um erro de digitação, implica multa de R$ 328,40 para cada documento.

Empresas também se confundem com o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe).

Muitas armazenam essa documentação por acreditar que equivale à NFe. Mas trata-se de um certificado expedido apenas para o transporte dos produtos. Por tanto vale ressaltar que o arquivo XML deve ser arquivado (em pen drives, CDs, etc.). Isso vale para os arquivos de NFe EMITIDAS e RECEBIDAS. Cabe a cada empresa solicitar (cobrar) de seus fornecedores o arquivo XML de cada DANFE recebida, que pode ser encaminhado de forma simples por email.

NOTA FISCAL ELETRÔNICA – REDUZA OS RISCOS:Evite os procedimentos sujeitos a multa
EMITIR: Nota em Papel quando obrigada a adotar a versão Eletrônica: 50% sobre o valor da operação. O Cliente-destinatário também é multado.
PULAR: A ordem seqüencial das notas e não comunicar à secretaria de fazenda até o décimo dia subseqüente: R$ 246,30.
NÃO CANCELAR: Uma nota irregular ou duplicada: 10% do valor da Operação.
Divergência: Entre os dados do valor ou do destinatário contidos na nota fiscal eletrônica e no DANFE: 100% sobre o valor da Operação
ERROS SIMPLES: Como caracteres trocados e discrepâncias de nomenclaturas ou numeração do endereço: R$ 328,40 por documentos Fiscal.
FALTA: de envio do arquivo XML ao cliente 50% sobre o valor da venda.

***Leia a reportagem na íntegra no site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Endereço: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI263115-17155,00-O+FISCO+APERTA+MAIS+O+CERCO.html

Faltam contadores para atender o mercado

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Atualmente há no País cerca de 500 mil profissionais inscritos no conselho da categoria; segundo especialista, se o número fosse 50% maior ainda assim todos estariam empregados

Profissionais de contabilidade estão entre os mais disputados do mercado brasileiro. Mas não é só no Brasil. A demanda por estes profissionais é tão grande que vários países, entre eles a Austrália, Espanha, Estados Unidos e a Coréia do Sul, estão importando profissionais para trabalharem em suas empresas. ”Só a Austrália abriu duas mil vagas para profissionais da contabilidade de fora do país”, diz o professor e doutor em contabilidade da Universidade de São Paulo (USP) José Carlos Marion.

Hoje no Brasil existem cerca de mil cursos de contabilidade. Apenas administração tem mais cursos no País. E ainda há mercado para muitos mais. Segundo Marion, que esteve na quarta-feira proferindo uma palestra durante a Semana de Estudos Contábeis promovida pela Universidade Estadual Norte do Paraná, com o apoio do Sescap-Ldr, há no Brasil 500 mil contadores inscritos no Conselho Federal de Contabilidade. Mas, conforme Marion, se este número fosse 50% maior, ainda assim todos estariam empregados. ”É um dos cursos universitários com maior empregabilidade do mercado. É raríssimo encontrar um contador desempregado”, comenta Marion.

A valorização do profissional de contabilidade aumentou significativamente a partir do crescimento do mercado e do aparecimento de novas tecnologias que exigem um profissional cada vez mais qualificado para a função. ”Há um bom tempo o contador deixou de ser o ”guarda-livros”. Hoje ele é um consultor empresarial e dos mais requisitados. E o motivo é evidente. É o contador que dispõe de todos os números da empresa. Portanto, na hora de ampliar o negócio, redirecionar o posicionamento da empresa, decidir se é o momento de abrir filiais ou não, o empresário é assessorado pelo contador”, explica o presidente do Sindicato das Empresas de Consultoria, Assessoria, Perícias e Contabilidade de Londrina – Sescap-Ldr, Marcelo Odetto Esquiante.

O professor José Carlos Marion dá outros números que reforçam esta procura por profissionais da contabilidade. Segundo ele, duas disciplinas são as que mais reprovam candidatos em concursos públicos: língua portuguesa e contabilidade. Ou seja, o contador leva certa vantagem sobre os demais concorrentes nestes concursos.

”O profissional de contabilidade não trabalha apenas a organização dos números da empresa. Até recentemente, todas as empresas com faturamento superior a R$ 300 milhões/ano, eram obrigadas a realizar auditorias internas e externas. Com o crescimento econômico, já são mais de dez mil empresas com esse faturamento no Brasil. E este trabalho é executado por contadores”, explica Marion.

Outro fator que está mudando este mercado é a implantação do Padrão Internacional de Contabilidade por vários países. O objetivo é harmonizar as regras para que todas as empresas apresentem números claros em seus balanços sendo entendidos independentemente do país de origem.

Os países da União Européia deram início a implantação das normas internacionais em 2003 e os Estados Unidos prevêem que até 2014 também estarão adequados às normas. No Brasil todas as empresas de capital aberto já são obrigadas a seguir as novas regras. No setor público as normas devem ser implantadas até o final do próximo ano. ”É um novo mercado. É a globalização da contabilidade e dos profissionais da contabilidade”, comenta o presidente do Sescap-Ldr, Marcelo Esquiante.

Fonte: Sindicato das Empresas de Consultoria, Assessoria, Perícias e Contabilidade de Londrina – Sescap-Ldr

Fonte: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1–1390-20111008

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José Edilson Barbosa
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Empresas têm mais vantagem em terceirizar serviços contábeis

terça-feira, 15 de março de 2011

A manutenção de um departamento contábil dentro da empresa só se justifica se seu faturamento anual estiver acima de R$ 50 milhões.

Alexandre Badra

A manutenção de um departamento contábil dentro da empresa só se justifica se seu faturamento anual estiver acima de R$ 50 milhões. Abaixo deste patamar é mais viável a contratação de serviços contábeis. E quanto menor o tamanho da empresa, maior é a vantagem, afirma Mauro Terepins, presidente da Terco Grant Thornton, empresa de auditoria e consultoria que está entre as seis maiores do setor

Esta é a conclusão que especialistas em auditoria chegaram ao analisar o excesso de tarefas burocráticas, as mudanças constantes de regras e os gastos elevados com profissionais, fatores mais que suficientes para que as pequenas empresas optem pela terceirização dos serviços de contabilidade.

O custo para manter departamento de contabilidade interno é estimado em R$ 17 mil mensais entre salários, encargos sociais e despesas operacionais para profissionais que atuariam na contabilidade, departamento fiscal e na área de recursos humanos, exemplifica Didmar Duwe, Presidente do Sindicato das Empresas Contábeis, de Auditoria e Pesquisa de Rondônia, citando quem para terceirizar o trabalho, um bom escritório cobra em torno de R$ 2.500,00, isso levando em conta uma empresa pequena, com cerca de dez funcionários e a emissão de mais ou menos cem notas fiscais por mês

Edison Arisa, coordenador-técnico do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e sócio da PricewaterhouseCoopers lembra que em uma pequena empresa, normalmente não há tanto trabalho para ocupar duas ou três pessoas todos os dias.

Além da vantagem econômica, Enory Luiz Spinelli, vice-presidente operacional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), lembra que os escritórios especializados têm conhecimento sedimentado sobre as normas contábeis, pois devem acompanhar cada detalhe da legislação para poder atender clientes de diversos segmentos. “A lei 11.638, de 2007, promoveu muitas mudanças na contabilidade, o que demanda aperfeiçoamento profissional. Além disso, há todas as regras de implementação do Sped Contábil e do Sped Fiscal, que aumentam a responsabilidade e exige conhecimento do contabilista”, afirma. Isso sem contar a adaptação da Legislação Societária às normas internacionais de contabilidade (IFRS – International Financial Reporting Standard).

Para Spinelli, também dono da Spinelli Contabilidade, de Porto Alegre, a profissão está numa fase de transição, que exige aperfeiçoamento constante dos contabilistas. Esse ponto é indicado por Arisa, do CFC, como fator contrário à contratação de pessoal próprio, já que a pequena empresa terá de gastar com cursos e palestras para que a equipe mantenha-se atualizada. “Além disso”, diz Arisa, “se contratar uma pessoa para toda a contabilidade, tem de ser um profissional gabaritado, que irá requerer um salário alto”.

Fonte: Ariquemes Online

Liderança

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A partir de hoje vamos começar a postar o perfil de nossos colaboradores, apresentando nossa equipe.

Vamos iniciar pelo nosso líder, nosso coordenador, que é o Paulo Sérgio Buhrer, ele é contador, perito judicial, consultor empresarial, escrito e palestrante.

Ele está a frente do Guará Contabilidade Consultoria há mais de seis anos, nos orientando, e formando uma equipe cada vez mais homogênea, e capacitada, para os desafios, que são sempre maiores, conforme nosso preparo.

Através do site do Professor Paulo Sergio, pessoas do mundo todo conhecem seu trabalho de consultor, escritor e palestrante, acesse você também e veja fotos e vídeos de suas palestras e treinamentos; leia artigos e colunas sobre vários assuntos; conheça seu currículo mais completo, e até pode adquirir suas obras. www.professorpaulosergio.com.br

Segue um dos muitos artigos do Professor Paulo Sergio, que está publicado em seu site próprio, e em vários outros que acolhem seu material, muito elogiado sempre.

Titulo: O botão “DESISTIR” De: 07/10/2010

“Não desistimos das metas e objetivos por falta de vontade, mas sim, por hábito de apertarmos o botão “desistir” ao primeiro sinal de dificuldade”. É o que dizem os escritores Steve Chandler e Scott Richardson, no livro “Motivando para o sucesso”.

Os autores defendem que, aos poucos, conforme vamos descobrindo que é possível apertar esse botão. damos início ao hábito de desistir. A ideia é simples. Você começa apertando esse botão em situações bastante perigosas. Mas, com o passar do tempo, começamos a apertá-los em situações de menor dificuldade e, por fim, o apertamos diante de singelos problemas.

Quantos de nós realmente age dessa forma. Começa desistindo de grandes projetos, sonhos, objetivos, pelas intempéries que se apresentam. Rapidamente, damos início à desistência de projetos médios, até que nos consagramos verdadeiros fracassados e desistimos diante de quaisquer dificuldades.

Há muita verdade no que os autores exploram. Penso que existem momentos em que, deveras, devemos desistir, mas, desde que reconheçamos que estamos no caminho incorreto e, logo depois, iniciemos novamente por outro caminho. Logo, a questão não é apertar o botão de desistir, mas sim, o que será feito depois disso.

É comum uma pessoa por volta dos quinze, dezesseis anos desejar ser, por exemplo, médico. Mas, por volta dos vinte, muda de ideia e seu sonho passa a de ser Chef de cozinha. Ela aperta o botão “desistir de ser médico”, porém, logo aperta outro botão, o “buscar ser Chef”.

A questão está, então, em o desejo continuar o de ser médico, mas, pelas dificuldades encontradas, não continuar a busca pela realização desse objetivo. Estanca-se o desejo, o sonho, pelo medo de não conquistar e, infelizmente, em muitos casos, as pessoas já estão certas de que não conseguirão, assassinando seus anseios.

O maior problema não é o estancamento de grandes projetos. De fato, muitos sonhos, objetivos são superestimados e quase que inalcançáveis ou o processo para sua conquista tem um preço alto demais, que não estamos dispostos a pagar. A questão é que, se formos nos acostumando a apertar o botão “desistir” em pequenas situações, onde bastaria apenas um pouco mais de esforço, uma esticadela nos nossos limites, uma saidinha da zona de conforto, tudo parecerá grande demais para ser enfrentado, pois estamos habituando nosso cérebro a entender que não dá para seguir. Com isso, essa mensagem é enviada ao restante do corpo que agirá da maneira como a mensagem foi detectada pelo cérebro.

Quanto menos apertarmos o botão “desistir”, mais nossa mente entenderá que somos capazes de ir além. Rápido e fácil. Mas, não desistir é só o começo, embora, seja um grande começo!

Um abraço e felicidades sempre! Professor Paulo Sérgio Buhrer

Felicidades!

A POESIA DA VIDA

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

PROF. PAULO SERGIO BUHRER

A POESIA DA VIDA (humildemente, um dos artigos mais lidos da internet)

A vida é uma bela sinfonia tocada a quatro mãos

duas delas são humanas, duas delas são Divinas

a música que se ouve, promove bem-estar ao coração

ainda que muitos não ouçam tamanha obra prima

As mãos humanas se concentram no que é possível

pena que o homem reluta em acreditar na possibilidade

a Deus se reserva tudo aquilo que nos parece impossível

ainda que o homem quase não creia nesse grande verdade

A vida é um grande jardim, florido com lindas rosas vermelhas

muitos não aproveitam o perfume exalado, com medo dos espinhos

desistem, sem rumo, com medo, receio, não encontram maneiras

não se acertam, se machucam, insistem em caminhar sozinhos

O trabalho é visto com desprezo, sacrifício, sofrimento

mesmo que muitos não tenham sequer o que comer e beber

outros não agradecem por tudo que têm e são, nem pelo alimento

é uma pena que o homem quase não aprende a viver

Viver em harmonia, dando o melhor de si, o melhor para os outros

fazem o mínimo, mesmo quando dois bilhões de irmãos sofrem

a vida é sim uma bela sinfonia, pena que nossos ouvidos não prontos

ignoram a beleza das harmoniosas notas que tocam, então, morrem
VEJA O ARTIGO COMPLETO EM:

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/poesia-da-vida/49135/

Fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!

Professor Paulo Sérgio Buhrer

AUTOR DO LIVRO “O CÓDIGO PENSSAARR”

www.professorpaulosergio.com.br